Nota: Tomem lá Finlandeses!! Aprendam a ser solidários!! Nós sabemos que os nossos governantes não têm sido sérios nem competentes...mas agora precisamos de ajuda...pronto!!
sábado, 7 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
segunda-feira, 24 de maio de 2010
FARDOS
Ora aqui está o que muitos de nós andamos a pensar e a dizer há...."bué"!!
Obrigada Luís!!
domingo, 9 de maio de 2010
Políticos!!
Políticos corruptos presos?! NÃO!!...Não é cá em Portugal...não se "assustem"!!
Obrigada pelo video, Luís.
domingo, 25 de abril de 2010
Mudam-se os tempos...
25 de Abril: Fora de Moda from Spam Cartoon on Vimeo.
S (ésse) - 18 de Janeiro de 1974
Direi de meu tempo que havia um Shavia uma sombra e um silêncio
havia um S de sigla e de suspeita
com suas seitas e seus sicários.
Não sei se signo não sei se sina
não sei se simplesmente sujo.
Ou só servil. Ou só sevícia.
Havia um S de Saturno
havia um susto
havia um S de soturno
sobre um S de sol.
De meu tempo direi
que havia um S
de sepulcro.
Sentinela. Sentinelas.
Ou talvez selva. Talvez serpente.
S de sebo e de sebenta: seco seco.
E também senão. E também senil.
Direi de meu tempo direi
que havia um S
sem sentido.
E também Setembro. E também solstício.
Saga e safra.
Ou talvez semente. Ou talvez segredo.
Havia um S de sal e sílex
havia um silvo
Havia um sílaba ciciada.
E também o sonho: entre suar e ser.
(Como um soluço como um soluço.)
De meu tempo direi
que havia um S
de sol e som.
Havia Setembro e um assobio
Contra um S
de sombra e de silêncio.
Manuel Alegre
Poema copiado do Estou na Sesta
terça-feira, 23 de março de 2010
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
O Dia da Saia
Protagonizado por Isabelle Adjani, O Dia da Saia é um drama sobre uma professora, Sonia Bergerac, vítima de descontrolo emocional causado pelo stress incutido pela indisciplina dos seus alunos. Um dia descobre na sala de aula uma arma a sair de uma mochila, toma-a e, à falta de melhor solução, usa-a para controlar os alunos e poder tentar dar a matéria.
Um drama intenso que nos apresenta um rol de problemas habituais nas escolas francesas, mas também nas portuguesas, como indisciplina, abusos sexuais, racismo e até violência para com os docentes.
Um filme que aborda de uma forma provocativa, de tão realista, os problemas que os professores enfrentam no seu dia-a-dia na formação das nossas gerações futuras.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Qualquer dia chegamos lá, mais rápido que o TGV
Com os agradecimentos à Maria Azert, que nos fez chegar este vídeo.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Isabel Alçada aventura-se na Educação
Com 59 anos, Isabel Alçada deixa o cargo de coordenadora do Plano Nacional de Leitura, que ocupava desde 2006, para substituir Maria de Lurdes Rodrigues.
É conhecida nas escolas, sobretudo por causa da série infanto-juvenil Uma Aventura, que assina desde 1982 com Ana Maria Magalhães – juntas já publicaram para cima de 50 títulos.
E também conhece bem as escolas, por onde andou vários anos: em iniciativas relacionadas com os livros, mas também a dar aulas.
Licenciada em Filosofia, na Faculdade de Letras de Lisboa, começou a trabalhar no Centro de Formação e Orientação Profissional Psicoforma. Dali, ingressou nos quadros do Ministério da Educação, tendo participado na reforma do ensino secundário em 1975/76.
Neste último ano, decidiu seguir carreira como professora de Português e História. É casada com Emílio Rui Vilar, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
Isto foi o que foi dito em campanha eleitoral....!!!
Vamos aguardar e ver o que será feito agora, noutro contexto...o da governação.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Um país que se espelha num rio
Era minha intenção aproveitar algumas paisagens das férias para fazer uns postes sobre o estado da nação. Era e é.
Enquanto as palavras não encontram o caminho certo no cruzamento com as fotos, trago hoje aqui para o jardim dos lírios um caso de águas verdes fluorescentes que são bem a imagem da podridão a que chegámos.
A nossa amiga Anabela Magalhães, amarantina dos quatro costados, que ama o rio-moldura da sua cidade - o Tâmega onde aprendeu a esbracejar e a espernear contra a adversidade - de há muito que vem denunciando o crime ambiental que o vídeo abaixo tão bem documenta.
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Comparar este rio com o este outro da publicidade, enganosa, ...
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é a mesma coisa que sabermos como este Portugal vai de mal a pior e ouvir os discursos de auto-elogio, de desavergonhado orgulho, dos nossos governantes pelas bacoradas que têm feito.
nós bem sabemos até onde vai o faz-de-conta!
Já agora, como estará o nosso Zêzere?
A última vez que ouvi alguém falar deste problema foi aqui.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
UMA LIÇÃO DE VIDA....PARA MUITA GENTE
N0ta: Um belo exemplo a seguir! Linnnnndo!
Esta é mesmo a propósito...para os temas de...concursos...carreiras...subidas...oportunismos!!
Obrigada à Lena que me enviou o mail.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
É TEMPO DE MUDANÇAS
Não estamos contentes? É tempo de mudar!
Não queremos este estado de coisas? É tempo de mudar!
Não queremos "isto" para os nossos filhos? É tempo de mudar!
Não sabemos como havemos de mudar?...
PARTICIPANDO
AGINDO
FALANDO
PASSANDO PALAVRA
DENUNCIANDO
ESCLARECENDO OS DESINFORMADOS
terça-feira, 18 de agosto de 2009
O EMBIRRANTE
Há indivíduos que não nos deixam em paz (?), que teimam em nos agitar, em nos chamar a atenção não só para os ouvirmos como ainda por cima pretendem que as suas palavras sejam levadas a sério.
Nós, portugueses de sempre, ouvimos tudo e tudo criticamos e nesse sentido crítico não nos eximimos a chamar de embirrantes a pessoas com tais comportamentos.
Toda vida tivemos períodos de altos e baixos, sempre fizemos jus à nossa inata habilidade para o desenrascanço, para o improviso, para a imitação imediatista, para saber aproveitar a onda perfumada, para a mestria da navegação à vista.
Melhor ou pior, cá vamos cavalgando a nossa vidinha, cá nos fomos habituando aos despautérios da nossa democracia sui generis, aos sucessivos desmandos dos sucessivos governos e poderes públicos, às mais variadas ilusões que nos obrigaram a comprar a troco de impostos.
Com maior ou menor dificuldade habituámo-nos a tirar partido das adversidades, a “dar a volta por cima”, habituámo-nos a sacudir os problemas com a alegria dos bafejados pela sorte, a (sobre) viver simplesmente na crença de dias melhores em simultâneo com a prática despreocupada do tratamento das nossas preocupações.
Como povo, somos um aglomerado de gente de boa índole, a um tempo dócil e manhosa quanto baste. Uma vez por outra, quando algum “político” menos avisado ou mais casmurro tenta esticar a corda em demasia, lá temos que o pôr na ordem, mostrar-lhe que assim não vai lá.
Fora isso, estamos bem arrumadinhos no sistema, deixando que a classe política se entretenha com os impostos que nos vão sacando para nos (des) governar e praticar jogos florais com as oposições enquanto que, à nossa maneira, a vamos
levianamente imitando.
E é precisamente quando, acompanhados à guitarra e à viola (como convém), estamos seriamente empenhados – na real acepção da palavra – numa sessão de fados (do triste ao corrido), que aparecem os tais sujeitos embirrantes com as suas vozes dissonantes, prontos a estragar a diversão que tanto custou a pôr de pé e tão precisa é para espantar os nossos males.
Com o desplante próprio dum forcado em arena, tentam captar a nossa atenção e zurzir a nossa cabeça com uma realidade terrivelmente real e inconveniente, desastrosa e quase apocalíptica.
Como se não o soubéssemos! Estamos fartos de o saber, a realidade corrói-nos as entranhas, azeda-nos os fígados, mas sentimos estar num beco sem saída porque perdemos a fé na realidade dos princípios, queremos acreditar na vida em liberdade mas não acreditamos nas pessoas que a manipulam. Por isso, e por sobrevivência, olhamos para o País como gostaríamos que ele fosse… e agimos como tal, num assumido e desencantado faz de conta.
O último dos embirrantes a querer tirar-nos da nossa (muito nossa) realidade foi o Prof. Medina Carreira, pessoa muito agarrada aos números (os números não mentem, ao contrário de muito boa gente), que veio à televisão dar uma aula, perdão, uma entrevista, traçar um mapa do Portugal de hoje.
Ó Senhor Professor, tenha pena de nós, não seja embirrento, o seu pensamento lúcido, a clareza e brilhantismo das suas exposições não só nos incomodam por nos trazer de volta à realidade nua e crua, como nos envergonham por lhe darmos razão e permanecermos na nossa dormente quietude. Logo agora que nos estávamos a preparar para deglutir uma soberba sobremesa eleitoral à base de farófias!
Prof. Medina Carreira, por favor, não embirre connosco, deixe-nos gozar um pouco mais a ilusão em que vivemos neste País porque, como o senhor tão bem sabe, dentro de algum (pouco) tempo não o poderemos fazer!
Luís Silva Rosa
(Agosto/2009)
Nota: Pois é Luís...podem chamar-lhe embirrante...mas que ele diz as verdades...lá isso diz!! Por isso "Viva o Embirrante"!!
E já agora oiçam lá de novo:
quinta-feira, 30 de julho de 2009
UM BOM EXEMPLO
Nota: Este bom exemplo que recebi por mail (via Luís Silva Rosa) deve ser seguido.
Eu cá vou segui-lo!!
domingo, 19 de julho de 2009
Enfim...é só fazer as contas! (Sócrates)
Ora vejam!
http://olhardomiguel.wordpress.com/2009/07/14/hilariante-2/